Cada pessoa mostra uma preferência por um determinado perfume. Mesmo quando possui inúmeros frascos em sua coleção, quase sempre são semelhantes, pois o ser humano tem, inconscientemente, uma tendência a repetir o que gosta.
O uso do perfume não é indiscriminado. Há regras e bom senso na utilização desse complemento, que acrescenta cuidado pessoal e, por que não, bom gosto e elegância?
O perfume não deve chegar antes da pessoa, anunciando sua vinda como um arauto. O indivíduo é mais importante, a fragrância vem depois. Sabe-se que perfumar os pulsos, atrás dos joelhos e próximo das orelhas é primordial, já que permite uma maior retenção da essência e um menor tempo de evaporação. Nunca é demais lembrar que seu uso deve ser moderado.
Os perfumes mais suaves são perfeitos para o uso em ambientes de trabalho e durante o dia. À noite, pode-se e deve-se ousar e variar a essência. A escolha apurada de uma roupa, uma gota e quanto poder!
Por mais inseparável que seja o perfume de quem o usa, há momentos e lugares inadequados, por exemplo, em consultórios médicos e dentários, para os quais se exige, apenas, um bom banho e escovação dos dentes. Muitas vezes, o odor pessoal do paciente pode colaborar para a elaboração de um acertado diagnóstico.
Não é de bom tom o uso de perfume em piscina e praia. Além disso, o material volátil do perfume em contato com o Sol pode provocar manchas na pele. Essa restrição se estende às academias de ginástica, cuja sala deve ser neutra e arejada. O suor e o manuseio de aparelhos dispensam o uso de perfume. Vale acrescentar algumas recomendações: o uso de um bom desodorante e um hálito saudável (dentes limpos e língua escovada) permitem um agradável convívio social. Às vezes, o uso de chicletes é feito para disfarçar a halitose. Além de não resolver o problema, dá um ar de pouco caso e certa displicência, considerando-se que parecer alheia ao ambiente é, no mínimo, uma atitude descortês.
È vetado o uso de perfume em local de degustação de vinho. O ambiente deve ser isento de odores alheios aquele a que se propõe: apreciar e decodificar as sensações do vinho, seus inúmeros aromas (florais, frutados, especiarias, minerais, vegetais, etc.), pois a análise olfativa precede a gustativa.
A pele de cada pessoa responde, diferentemente, a cada perfume. O aroma maravilhoso de uma pode não ter a mesma expressão aromática em outra. Sem dúvida, o perfume deve amoldar-se à pessoa e não vice-versa. A personalidade, a estação do ano, a hora e o local, assim como as emoções, contam na utilização deste fabuloso recurso estético.
O uso do perfume não é indiscriminado. Há regras e bom senso na utilização desse complemento, que acrescenta cuidado pessoal e, por que não, bom gosto e elegância?
O perfume não deve chegar antes da pessoa, anunciando sua vinda como um arauto. O indivíduo é mais importante, a fragrância vem depois. Sabe-se que perfumar os pulsos, atrás dos joelhos e próximo das orelhas é primordial, já que permite uma maior retenção da essência e um menor tempo de evaporação. Nunca é demais lembrar que seu uso deve ser moderado.
Os perfumes mais suaves são perfeitos para o uso em ambientes de trabalho e durante o dia. À noite, pode-se e deve-se ousar e variar a essência. A escolha apurada de uma roupa, uma gota e quanto poder!
Por mais inseparável que seja o perfume de quem o usa, há momentos e lugares inadequados, por exemplo, em consultórios médicos e dentários, para os quais se exige, apenas, um bom banho e escovação dos dentes. Muitas vezes, o odor pessoal do paciente pode colaborar para a elaboração de um acertado diagnóstico.
Não é de bom tom o uso de perfume em piscina e praia. Além disso, o material volátil do perfume em contato com o Sol pode provocar manchas na pele. Essa restrição se estende às academias de ginástica, cuja sala deve ser neutra e arejada. O suor e o manuseio de aparelhos dispensam o uso de perfume. Vale acrescentar algumas recomendações: o uso de um bom desodorante e um hálito saudável (dentes limpos e língua escovada) permitem um agradável convívio social. Às vezes, o uso de chicletes é feito para disfarçar a halitose. Além de não resolver o problema, dá um ar de pouco caso e certa displicência, considerando-se que parecer alheia ao ambiente é, no mínimo, uma atitude descortês.
È vetado o uso de perfume em local de degustação de vinho. O ambiente deve ser isento de odores alheios aquele a que se propõe: apreciar e decodificar as sensações do vinho, seus inúmeros aromas (florais, frutados, especiarias, minerais, vegetais, etc.), pois a análise olfativa precede a gustativa.
A pele de cada pessoa responde, diferentemente, a cada perfume. O aroma maravilhoso de uma pode não ter a mesma expressão aromática em outra. Sem dúvida, o perfume deve amoldar-se à pessoa e não vice-versa. A personalidade, a estação do ano, a hora e o local, assim como as emoções, contam na utilização deste fabuloso recurso estético.
Norma Moog
